E The Flash voltou! YAY! Mas sem o Flash… Ahhh!

E a sensação do início do episódio foi bem essa. Sem a cola que mantinha o grupo unido, a turma do S.T.A.R Labs estava toda pra baixo, tentando fazer o que dava com a Íris no comando.

Passamos boa parte do episódio esperando Barry Allen aparecer. Somos Cisco, que nos seis meses que se passam entre o fim da 3ª temporada e o início da 4ª, ficou tentando achar uma maneira de trazer Barry de volta, mesmo contra a vontade de Íris. Ela disse que estava tentando fazer o que Barry pediu, seguir em frente, que todos deveriam fazer o mesmo, mas estava estampado no rosto dela que as ações não correspondiam a fala. Com isso, ficou aí em você a impressão de que já viu essa dinâmica antes? Então você já viu Supernatural! Essa é a dinâmica de muitos shows da CW. Sempre do mesmo jeitinho! (E a gente gosta!)

Mas então vamos assim, Cisco quer Barry, Iris quer também, mas não admite. Joe quer, Wally quer e Caitlin, que Cisco foi buscar, também quer. Aliás, Caitlin estava trabalhando num bar, e nem estava como Killer Frost. Porque diabos, com todos os skills que ela tem, ela acabou num bar? Me lembrou de novo Supernatural. Tem uma storyline do Sam assim. Trabalhar no bar não combina com Caitlin… e nem com Killer Frost! Podiam arranjar outra tarefa pra ela, mas tudo bem. Segue o baile. Ah! E sabe quem mais quer o Barry? O vilão da história “Samuroid”, como Cisco o chamou. Kid Flash até tentou enganar, mas Samuroid também estava com saudades de Barry. E quem não estava?

Então, de novo, no maior estilo teen drama CW, existe a reconciliação em três segundos. Team Flash está junto novamente e bora usar a máquina mirabolante de Cisco para trazer o Barry de volta da Speed Force, senão já era Central City (Assisto em inglês gente, não sei como a emissora traduziu isso). Aparentemente, a arma falha, todo mundo volta ao modo sofrência, só pra depois a gente descobrir que a brecha foi aberta num outro ponto da cidade. E lá vem Barry correndo super, dando de cara com uma caminhonete na estrada, peladinho e barbudinho. (O terno com o qual ele entrou na speed force, ficou por lá mesmo).

E é aí que o episódio fica bem legal! E é aí que eu acho que poderiam ter se demorado um pouco mais, mas resolveram muito rápido. Barry volta completamente fora da casinha, repetindo falas de momentos que já aconteceram, sem conseguir responder nada do que lhe perguntam. Além disso, escreve pelas paredes em código, que, aparentemente, nem as melhores máquinas de Cisco conseguem decifrar. Pode ser só um transtorno, pode ser que Barry enlouqueceu mesmo(tá bom, né?). Essa volta dele foi muito boa. Grant Gustin estava demais! O olhar e os gestos mostrando que ele poderia estar entendendo tudo, enquanto a boca falava todo aquele nonsense. Eu gostei muito!

Então, o tempo que o vilão dá pro Flash aparecer se esgota. E Barry não está em condições. Depois da conversa inspiracional do episódio, Íris decide que vai resolver a questão e se deixa capturar por Samuroid. Joe então tenta falar com o Barry maluquinho, que não dá sinais de melhora. Só que, quando Joe diz as palavras mágicas “Salve a Íris!”, a speed force dentro do Barry ferve e lá vai ele!

A escolha do local onde o embate entre Flash e Samuroid acontece foi muito interessante. Um parque eólico, cheio de aerogeradores. Senti muito que era uma alusão a Dom Quixote. Barry, Dom Quixote, o cavaleiro enlouquecido que acha que moinhos de vento são gigantes e Íris como Dorotéia, sua donzela. Claro que no caso tínhamos um vilão de verdade, mas a essência de Dom Quixote estava ali. Pode ser que eu esteja indo longe demais, mas foi meu eu literário me conduziu.

E depois de toda a ação no parque eólico, Barry volta novinho em folha. E super felizinho, como se todo o peso que carregasse, tivesse ficado para trás. Ele não se lembra do que disse quando estava “em transe” e nem entende o que escreveu. E eu estou muito empolgada com isso. Será que ele vai se lembrar aos poucos? O vilão que apareceu no final terá parte nessas descobertas? Deixar o Barry inutilizado por um tempinho, e daquela maneira, foi o toque mais legal do episódio. Quero que explorem bem as consequências de sua volta.

Para uma season premiere, está bem na média. Elementos que sempre podemos encontrar na série, grupos se reunindo, mistérios sobre o que aconteceu no tempo fora da tela. Apesar de ter provas de que é necessário Barry pro episódio ficar bom mesmo, gostaria de que tivessem mostrado um pouco mais da vida sem ele, que demorassem mais para colocar um vilão que demandasse sua presença, que víssemos mais ação do Team Flash, sem flash. Um episódio quase inteiro focado na nova dinâmica, para depois, bem no final, trazer Barry. Faria muito mais sentido para mim. E um episódio inteiro com Flash fora do rumo seria muito interessante também.

É isso! Até o episódio 4×02!!!

#fangirl moment

Cisco: Quanto mais o cabelo cresce, mais gato fica! Tão inteligente! Aiai… (suspira)

Barry: O cabelo estava muito lindo! A barba também ficou boa ou só eu achei?

 

 

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