Confesso que esse episódio de The Flash me deixou assustada logo no começo. Já deixei claro que não gosto da coisa toda Cisco/Gypsy (qual é o nome do ship?) e me jogam isso na cara logo no início. Mas, graças a Deus, o episódio se desenrola e se você ignora essa parte, fica tudo certo. Portanto, nem vou falar muito disso.

Vamos a parte legal do episódio: a descoberta de mais um meta-humano. E dessa vez Flash teve que rever seus conceitos e pensar até onde o negócio de ser herói é realmente ético.

Ralph Dibny, uma pessoa do passado de Barry, reaparece na sua vida sem querer. Dibny era policial e ao tentar prender um suspeito, plantou uma evidência. Barry, policial novato na época, não aceitou e denunciou o colega, que foi expulso da força policial. Encontramos Dibny sendo um detetive particular, com uma personalidade não muito agradável. Acontece que Dibny estava no ônibus que foi atingido pela matéria escura da brecha que Barry abriu ao sair da Speed Force e agora é capaz de moldar seu corpo da maneira que desejar. Ele é o Homem Elástico da DC, apesar de ainda não carregar esse nome. Foi um grande adendo para a série. Tem uma personalidade engraçada, até um pouco demais, mas casa bem com Cisco e o pessoal. O completo oposto de Julian, por exemplo.

Voltando ao tema principal, o problema nesse episódio é que Barry ainda carrega sentimentos antigos. Ele crê que Dibny continua sendo ruim e não quer ajudá-lo. Dibny o confronta e mostra o que a vida dele virou após a denúncia de Barry e o culpa pelo seu estado atual. O que não deixa de ser verdade. Então Barry entra num momento de análise de si mesmo. O quão longe ele tem ido para ser herói? Essa é a parte mais legal do episódio que nos faz pensar um pouco também. Estamos sempre torcendo pro herói se dar bem, mas tudo que ele faz é correto? É o dilema de todos eles. Além de não poder estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Não foi apenas Barry que fez uma análise de si. Dibny também faz, a sua maneira, e desiste de chantagear o prefeito de Central City, que se revela o verdadeiro vilão do episódio. Nesse momento temos a maior demonstração de poder de Dibny, onde ele consegue segurar o helicóptero de fuga do prefeito. E é uma parte até engraçada, pois mais uma pessoa acaba sabendo que Barry é o Flash e este ainda consegue correr sobre o braço de Dibny. Um pouco demais, mas o que posso dizer? Super-heróis.

Ainda, para enrolar mais, temos o pai de Gypsy querendo pegar Dibny, por confundi-lo com um Plastoid, seres que causaram muitos transtornos na Terra 19. Se toda aquela história com o Cisco foi pra chegar até aí, que exagero, minha gente! Totalmente desnecessário. (Daqui a pouco vão falar que estou com ciúmes do Cisco.)

O episódio termina com a reconciliação final de Barry e Dibny. Barry oferece um emprego e treinamento ao novo meta-humano. Temos também a revelação do nome do vilão principal da temporada, DeVoe, e vemos os momentos onde o nome já havia sido citado. Savitar já nos contou parte do que vai acontecer.

Por fim, foi um episódio regular, com altos e baixos. Creio que poderia ter sido melhor, mas vamos devagar. Será que dá?

Espero ansiosa pelas possibilidades que virão com os novos metas.

Até a próxima!

#flashpoint

  • WTF! E aquela filmagem do Dibny coçando o saco, que ficou passando atrás do Cisco, enquanto ele “brincava de pega-pega” com o Breacher?
  • Abordaram algo sobre a Caitilin de novo! Finalmente. Vem Killer Frost!
  • Finalmente Joe desencantou e contou para o #teamflash sobre o bebê. Ai esse bebê vai dar pano pra manga ainda!

 

 

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