Nesta semana em The Flash (leia com a voz do locutor), Barry Allen e Ralph Dibny começaram a se dar um pouquinho melhor. Barry é um cara muito paciente, para aguentar a personalidade encantadora de Dibny.

Flash tem apostado muito no humor. O clima pesado e cheio de drama da temporada anterior deu uma saída para a entrada de um Flash mais leve e descontraído, sem perder o espaço para tratar os dilemas da vida de super-herói.

Barry está sendo o professor de Dibny. Papel que ele não pôde, ou não precisou, exercer quando se tratava de Wally. Dibny, a princípio, não tem nada que o faça ser herói. Qualquer deslize e ele poderia mudar de lado. Barry está tentando, seriamente, evitar que isso aconteça. E a lição da vez foi pensar primeiro nos outros, nos civis, do que em você mesmo ou no vilão. Salve as pessoas primeiro, depois a gente vê o que faz. E no início Dibny não entende. Só depois de ver uma garotinha machucada porque ele estava ocupado demais tentando capturar Black Bison, a meta-humana da semana, ele se dá conta do que Barry estava tentando dizer. E como Flash é feito de segundas chances, quando se encontram novamente com Black Bison, ele põe em prática o que aprendeu e se redime.

Falando nela, Black Bison tenta resgatar os artefatos sagrados de seu povo, os Sioux, que estavam espalhados com colecionadores e museus. As intenções eram boas, mas os meios…Seu poder consistia em dar vida a estátuas e manequins, desde que tivessem forma animal ou humana. Diferentemente de Amunet, no episódio anterior, faltou tempo, um tantinho de trabalho e carisma para que nos importassemos de verdade com a vilã ou com sua causa. Só queríamos que Flash acabasse logo com isso.

No plot maior da série, o  #teamflash está em busca de DeVoe. E ele, muito espertinho, já antecipou todos os cenários e anda dizendo que, em todos, ele vence. Para ter uma chance maior na procura, Harrison Wells diz a Cisco que vai chamar seus amigos, as maiores mentes do universo para ajudar. E quem são essas mentes? Vários Wells, de diferentes terras e com personalidades ainda mais diferentes. Um vem de uma terra pós-apocalíptica, estilo Mad Max. Outro é canastrão, quase um Hugh Hefner de sua terra. E o último é alemão e fica julgando todos os outros Wells e também Cisco. A convivência no início é complicada, mas depois daquela conversa sempre presente em Flash, os quatro Wells conseguem se unir e finalmente achar o paradeiro de DeVoe.

E é aí que fica interessante. Barry e Joe vão atrás dele, no endereço marcado, e é uma casa normal de subúrbio. Batem na porta, uma moça, super normal, atende. Perguntam por DeVoe e ela o chama. Vem um cara também, super normal, numa cadeira de rodas! Joe e Barry ficam bem “ué” e o episódio acaba. DeVoe é o Pensador. Como pudemos ver nos episódios, ele vigia o #teamflash o tempo todo. Além disso, ele mesmo disse que já antecipou todos os resultados e em todos ele vence. DeVoe já esperava Barry na sua porta e é claro que ele não ia atender com a roupa de ir trabalhar, não é?

Enfim, agora é esperar, ver como vão se comportar com DeVoe. Ele vai passar a perna no #teamflash como Thawne fez ou o time está mais esperto e não se deixará enganar tão fácil?

#flashpoint

  • o uniforme do Dibny. Um pijamão.
  • A hipnose do Dibny foi um pedaço engraçado. Um tanto machista, já que ele descreve as mulheres pelas medidas delas. Eles querem deixar bem claro que o cara é um MCDC.
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